sexta-feira, 3 de julho de 2015

Na luta por sobrevivência  aprendi que o ódio move tanto quanto o amor e que sem ele revoluções não insurgiriam. Mas aprendi que o amor é revolução intrínseca, profunda, que a gente só pratica com quem ou o que estimamos. Porque os cuidados necessários se fazem no interior, na essência do que somos, e eu sou o que meu povo é, sou o meu povo e por isso sou o amor que necessito e que me fora historicamente negado.

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