segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Meu coração é uma janela aberta com um sentimento-ser do lado de dentro a admirar de olhos marejados o mundo (im)possível
Solidões que se encontram
Se enlaçam
Por resistência ...

ela tinha desamores na alma
Lágrimas reprimidas nos olhos
Desesperos no coração
Dores na palma da mão
Carregadas com zelo e gentileza

Mas era danada
Juntava tudo
No caldeirão
Corpo-mente-alma
Pra depois acrescentar
Esperança

E na manha
Na dança
Fez questão de me lembrar
Que de amor
Não se desiste