sábado, 30 de agosto de 2014

Eu só queria que alguém viesse, sem que eu precisasse clamar desesperadamente por socorro...

domingo, 24 de agosto de 2014


A solidão é meu cigarro
Não sei de nada e não sou de ninguém
Eu entro no meu carro e corro
Corro demais só pra te ver meu bem
Um vinho, um travo amargo e morro
Eu sigo só porque é o que me convé 
ESCREVER é meu socorro...

A gente se sente mais vivo e mais forte quando sana um desejo. Quanto atinge o gozo que é satisfazer uma vontade. Quando se vê livre do frenesi do querer muito alguma coisa. Não são borboletas no estômago, são beija-flores, loucos ao bater asas sem parar. É liberdade ligeira, mas intensa, forte, implacável. É sorriso faceiro no rosto, e suspiro loooongo na alma.
Tenho fome de pertencimento. Meu lugar é ao lado de quem me afirma, me enaltece, me lembra quem realmente sou. Há muito não me vejo cercada de meu lugar. Dar ré, rebobinar a fita, contornar o eixo do corpo, dar meia volta e andar pra trás. Sim, andar pra trás. Não sei de uma vida que não se construiu com o passado, com a ancestralidade. Vivo e sobrevivo da minha ancestralidade.